A missão quase impossível de Sergio Moro para escapar da cassação do mandato

Coluna FocoPolítico desta terça-feira

A difícil situação do senador Sérgio Moro, para tentar escapar da cassação no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Apesar do voto contrário do relator Luciano Carrasco Falavinha, é muito provável que o ex-ministro perderá o seu mandato.

O posicionamento do relator não deve alterar a perspectiva sobre a cassação de Moro, inclusive a possibilidade de que toda a chapa seja cassada, não apenas o senador. O Ministério Público Eleitoral sugeriu durante o julgamento a possibilidade de poupar os suplentes de Moro, o que poderia evitar a convocação de uma nova eleição no Paraná.

No entanto, caso apenas Moro seja cassado, o primeiro suplente, o advogado Luis Felipe Cunha (União), assumirá o cargo, seguido pelo empresário Ricardo Guerra. A ação que alega abuso econômico nas eleições de 2022 por parte de Sérgio Moro foi apresentada pelo PT e o PL, e mesmo que TRE-PR absolva Moro ou exclua os suplentes da cassação, a decisão pode ser revertida no TSE.

A única coisa certa, é que ambos os partidos têm interesse em uma nova eleição no estado.

MARTELO BATIDO — Apesar do caminho natural ser o PSDB, da governadora Raquel Lyra, a filiação do secretário de Turismo, Daniel Coelho ao PSD é tida como certa nos corredores do Palácio do Campo das Princesas.

DESEMBARGADORES — Os juízes estaduais Valéria Rúbia Duarte e José Ronemberg Travassos da Silva foram eleitos pelo TJPE como desembargadores eleitorais substitutos do TRE-PE na classe juiz de direito.

PEGANDO FOGO — As vésperas da votação das faixas salariais do Policiais e Bombeiros na Comissão de Justiça, o clima é tenso na Alepe e governo não parece disposto a ceder, colocando deputados governistas na linha de fogo.

NO PÁREO — Indicado pelo Solidariedade, Armandinho lançará sua pré-candidatura a prefeito de Caruaru na próxima quarta-feira (3) em evento político comandado pela vice-presidente nacional da sigla, Marília Arraes.

NÃO É COMÍCIO — Em ato ao lado do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, Jair Bolsonaro pediu para aliados descerem do palanque: ‘Quem é candidato a qualquer coisa aí, desce. Não é comício político’.

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