Assembleia Legislativa terá apenas 12% de mulheres nos 4 anos do governo Raquel Lyra

Coluna FocoPolítico desta terça-feira

Enquanto a governadora Raquel Lyra (PSDB) escolheu 52% do secretariado feminino, o ponto negativo da próxima legislatura será a baixa representatividade feminina na Assembléia Legislativa de Pernambuco, que terá uma redução de cerca de 40% da bancada no parlamento. Apesar de ter sido a primeira mulher eleita para comandar o estado, terá a difícil missão de governar com a menor participação feminina dos últimos anos do legislativo e contará com apenas 6 deputadas mulheres entre os 49 eleitos.

Existia uma expectativa de que a participação das mulheres na política pudesse continuar sendo ampliada a cada pleito, mas nas eleições de 2022 acabou regredindo e reduziu quase na metade o número de deputadas eleitas.

Priscila Krause (Cidadania) é uma das mulheres que devem deixar uma lacuna na bancada feminina, uma vez que disputou e foi eleita vice-governadora na chapa de Raquel.

Com uma votação expressiva que ultrapassou a marca dos 42 mil votos, a deputada Roberta Arraes (PP) apesar de ter sido a quarta mulher mais votada do estado, ficou na primeira suplência do partido Progressistas e deixará o parlamento a partir de fevereiro.

A deputada Clarissa Tércio (PP) também se despede da Assembléia Legislativa e tomará posse na Câmara Federal para um mandato de 4 anos, enquanto a petista Teresa Leitão (PT) deixa a bancada estadual para assumir uma cadeira no Senado Federal pelos próximos 8 anos.

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